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Quais as causas da Osteoporose?

O que é a Osteoporose?

A osteoporose é uma doença caracterizada pela diminuição da massa óssea, o que faz com que os ossos fiquem mais frágeis, aumentando o risco de fratura. Essa doença é silenciosa, não sendo normalmente notados sintomas e o diagnóstico é feito, na maioria das vezes, após a ocorrência de fraturas, por exemplo.

A osteoporose é muito associado ao envelhecimento, uma vez que com o passar dos anos o organismo perde progressivamente a sua capacidade em metabolizar e absorver o cálcio, por exemplo. No entanto, alguns hábitos de vida também podem influenciar na ocorrência da osteoporose, como o sedentarismo, má-alimentação e o consumo de bebidas alcoólicas.

Apesar dessa doença não ter cura, o tratamento pode ser estabelecido com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da pessoa e diminuir o risco de fraturas e de doenças associadas. É importante que a pessoa tenha um estilo de vida saudável, com a prática de exercícios físicos regular, mas o médico também pode recomendar o uso de suplementos ou medicamentos que ajudam no processo de reabsorção de cálcio e formação da massa óssea.

Na maioria das vezes, ela é assintomática, no entanto pode ser notada por meio da fratura que algum osso após um leve impacto, por exemplo. Além disso, pode ser indicativo de osteoporose a diminuição da estatura em 2 ou 3 centímetros e a presença de ombros caídos ou de corcunda.

A partir da avaliação dos sintomas, o médico pode indicar a realização de um exame de imagem que indica a perda de massa óssea, a densitometria óssea. Esse exame pode ser realizado anualmente ou a cada 2 anos após o diagnóstico da osteoporose para ajuste da dose do medicamento.

Quais as principais causas?

A osteoporose é uma doença muito relacionada com o envelhecimento, sendo mais comum nas mulheres após os 50 anos devido à menopausa. Outras causas que podem favorecer a osteoporose são:

  • Disfunção da tireoide;
  • Doenças autoimunes;
  • Deficiência de cálcio;
  • Sedentarismo;
  • Alimentação pobre nutricionalmente;
  • Tabagismo;
  • Alcoolismo;
  • Deficiência de vitamina D.

Essas situações fazem com que o organismo não funcione da maneira adequada, havendo um desequilíbrio entre a formação e a destruição óssea, tornando os ossos frágeis e com maior probabilidade de fraturas.

O que é a síndrome do túnel do carpo e qual o tratamento?

Já ouviu falar da síndrome do túnel do carpo?

De nome difícil, a complicação causa dores intensas, sensação de choque e formigamento nas mãos e pode levar até à perda da função desses membros. A síndrome do túnel do carpo surge a partir da compressão do nervo mediano, que passa dentro de uma estrutura chamada, túnel do carpo. Ela fica localizada entre o punho e as mãos. Os incômodos, no entanto, podem se alastrar para os braços e até os ombros.

O sintomas desta síndrome Nas mãos, dores, formigamento e sensação de choque são os mais comuns. Mas, se o problema não for tratado adequadamente, pode levar a outras complicações. “Com o tempo, a síndrome do túnel do carpo dificulta os movimentos, limitando o uso das mãos e causando atrofia”, explica Francisco Gondim, médico da Academia Brasileira de Neurologia.

Segundo o especialista, é possível que o perrengue apareça sem um fator específico. Mas há algumas questões que, se observadas com cautela e tratadas adequadamente, ajudam a evitar que a condição se instale nas mãos. E olha que a atenção deve ser redobrada entre as mulheres, mais predispostas à complicação. Eis os principais fatores de risco:

  • Hipotireoidismo;
  • Acromegalia;
  • Diabetes;
  • Obesidade;
  • Artrite reumatoide;
  • Fraturas;
  • Gravidez.

Como evitar?

De acordo com Gondim, prevenir a obesidade e o diabetes através de um estilo de vida saudável é chave. O diagnóstico precoce das causas da síndrome do túnel do carpo também ajuda, porque permite um tratamento adequado dos fatores de risco.

“Também é importante evitar traumas na região das mãos”, completa o neurologista. Portanto, não se esqueça dos equipamentos de segurança para, por exemplo, andar de moto ou skate.

É possível que movimentos repetitivos, como a digitação no computador, estejam por trás da síndrome. Contudo, isso ainda não foi comprovado. Por outro lado, esses gestos podem, sim, agravar dores na mão e no pulso.

Tratamento

O mais tradicional envolve o uso da órtese de punho para a região, além de injeções de corticoesteroides. O doutor enfatiza, porém, que, nas formas mais graves, é necessária a realização de uma cirurgia para aliviar a compressão do nervo mediano.

Qual o tratamento para Hérnia de disco?

Antes de tudo, afinal o que é Hérnia de disco?

A hérnia de disco ocorre quando parte de um disco intervertebral sai de sua posição normal e comprime as raízes nervosas que se ramificam a partir da medula espinhal e que emergem da coluna espinhal. Esse problema é mais comum nas regiões lombar e cervical, por serem áreas mais expostas ao movimento e que suportam mais carga.

Uma hérnia de disco pode irritar nervos próximos e resultar em dor, dormência ou fraqueza em um braço ou perna. Por outro lado, muitas pessoas não experimentam sintomas de uma hérnia de disco.

Cerca de 20% da população tem hérnia de disco e não tem dor. Ter hérnia de disco não significa estar doente. Cerca de 80% das dores por hérnia de disco acabam dentro de 2 meses, com ou sem tratamento, os 20% restantes irão levar a dor crônica.

Então qual o tratamento mais adequado de Hérnia de disco?

O primeiro tratamento para a hérnia de disco é um período de repouso com medicamentos analgésicos, seguido por fisioterapia. A maioria das pessoas que seguem esses tratamentos se recupera e retorna a suas atividades normais (cerca de 80% em 6 semanas de tratamento). Poucas pessoas precisarão de tratamento mais específico, que pode incluir injeções de esteroides (bloqueios da dor), radiofrequência pulsada ou cirurgia.

As pessoas que sofreram um deslocamento de disco causado por lesão (como um acidente de carro ou levantamento de objeto pesado) receberão medicamentos anti-inflamatórios e drogas analgésicas do tipo narcóticas, se apresentarem dor forte nas costas e nas pernas.

Caso o paciente tenha espasmos nas costas, provavelmente receberá relaxantes musculares. Em poucas ocasiões, podem ser receitados esteróides orais ou injetáveis. Os anti-inflamatórios são usados para controlar a dor, mas narcóticos ( analgésicos potentes ) podem ser receitados caso a dor não responda aos anti-inflamatórios e corticoesteróides.

Além disso, os fisioterapeutas mostraram posições e exercícios para minimizar as dores causadas pela hérnia de disco. Entre as recomendações dos profissionais podem estar compressas com gelo ou calor, tração, ultrassons, estímulos elétricos e imobilização temporária do pescoço e da parte inferior das costas.

As injeções de esteroides na região da hérnia de disco (bloqueios epidurais) podem ajudar a controlar a dor por vários meses. Essas injeções ajudam a reduzir o processo inflamatório ao redor do disco e da raíz nervosa, podendo aliviar muitos sintomas ou mesmo resolver o problema. As injeções espinhais normalmente são aplicadas em centro cirúrgico ambulatoriais, usando raio-X específico (fluoroscopia) para localizar a área da coluna onde a injeção será aplicada.

Exercícios

A prática de atividade física para o fortalecimento da coluna, ajudando na prevenção de novos episódios. Para pacientes que sentem muita dor, o ideal é o acompanhamento com fisiatra ou fisioterapeuta. Alguns aparelhos são indicados para o tratamento da hérnia de disco por simularem o atendimento fisioterápico, como a mesa de tração eletrônica e a mesa de flexão-descompressão.

Outro tratamento é a radiofrequência pulsada, onde através da fluoroscopia, uma agulha é colocada diretamente na raiz nervosa e conectada a um aparelho que envia uma onda elétrica (radiofrequência), para o nervo tratando a dor de forma elétrica (neuromodulação).

A mesa de tração eletrônica é uma plataforma com segmentos móveis que consegue, de maneira controlada e eletronicamente, fazer tração em segmentos dos membros inferiores do paciente, reproduzindo técnicas fisioterápicas de distração dos membros para tratamento de dor associada à compressão das raízes nervosas.

Outros exercícios são indicados para o tratamento da hérnia de disco e prevenção de novas fases agudas, como musculação, pilates e atividades na água. O ideal é priorizar exercícios que trabalhem principalmente a musculatura abdominal, da área vertebral e dos membros inferiores, visando fortalecimento e alongamento.

Posso realizar exercícios com lesões no Menisco?

Teve uma lesão no menisco? Descubra os exercícios que deve fazer para recuperar da lesão.

O joelho é uma articulação das mais complexas em termos da biomecânica do corpo humano, estando sempre suscetível a sofrer lesões, tanto traumáticas (acidentes e quedas), quanto degenerativas (desgaste e envelhecimento). neste artigo, vamos abordar o menisco: o que é o menisco, as causas mais comuns de lesões e alguns exercícios no processo de recuperação da lesão.

Os meniscos são estruturas de formato circular em forma de meia lua que exercem funções importantes na articulação do joelho como auxiliares na lubrificação articular, ajudam a distribuir as forças de sustentação do peso (atuam como amortecedores) e ajudam a aumentar a congruência articular.

Estas são as principais funções dos meniscos: importantes estruturas responsáveis pela estabilidade da articulação. A sua lesão origina disfunções articulares em grande parte da população, podendo ocorrer de forma isolada, ou associada a outras estruturas (o trauma meniscal está frequentemente associado à lesão do Ligamento Cruzado Anterior, LCA).

A ausência do menisco leva à perda da biomecânica adequada do joelho e consequente artrose precoce.

Causas da lesão no menisco

A mais comum é a combinação da sustentação do peso com rotação interna, ou externa, quando dobramos e estendemos a perna. Rotações fortes e rápidas quando o joelho está semi fletido e o pé apoiado no solo, mudanças de direção muito rápidas e o simples calçado são também causas comuns de lesão.

No caso do calçado inadequado deve-se ao facto de serem exercidas pressões desadequadas e constantes no menisco, o que pode levar a um desgaste mais acentuado numa zona específica da estrutura.

A lesão no menisco pode ser total ou parcial e pode provocar dor e inchaço na área afetada, pelo que é de extrema importância a consulta de um médico da especialidade para que seja medido o grau da lesão e efetuada a respetiva prescrição de reabilitação do menisco.

Sintomas da lesão do menisco

Sintomas iniciais: dor imediata na linha articular e uma “travagem” do joelho próximo da extensão total.

O atleta pode queixar-se de incapacidade para o agachamento ou para realizar mudança de direção durante a corrida. Podem observar-se também “estalidos” no joelho. O diagnóstico deve ser feito imediatamente após a lesão, com testes específicos antes que a ação muscular de

proteção, e o edema, escondam o formato do joelho.

Considerações para reabilitação

A cura espontânea do menisco é rara mas pode ocorrer em alguns casos.

Não havendo dor profunda e após aconselhamento médico, o paciente poderá efetuar alguns exercícios de baixo impacto e que não provoquem a hiper-flexão do joelho.

Deve haver um acompanhamento dos sintomas e caso estes se agravem, deve ser realizada uma nova avaliação por parte do médico.

Deve-se trabalhar a estrutura adjacente à articulação, como os músculos e tendões da coxa e perna, de forma a fazer um refortalecimento muscular à volta da articulação.

No caso de haver necessidade de cirurgia o processo será mais demorado dependendo do grau da lesão e do indivíduo, mas normalmente leva entre 2 a 4 meses a ser curado.

Processo de reabilitação

Tratamento não-cirúrgico: Após aconselhamento médico, podem ser realizadas atividades sem impacto como: bicicleta ergométrica, piscina para condicionamento cardiovascular e, gradualmente, ir iniciando a corrida. Exercícios de fortalecimento muscular e alongamentos dos músculos que envolvem o joelho são adequados.

Em caso de operação, e após aconselhamento do médico da especialidade, o indivíduo começa a progredir para a sustentação do peso (assim que tolerado) até recuperar a extensão total, caminhar sem mancar e sem déficit de extensão.

A piscina é um dos meios mais recomendados para a recuperação pós-operatória. Devido à água suster o peso do corpo e funcionar como uma resistência móvel.

Exercícios para restabelecimento da amplitude articular: deslizamentos na mesa e contra a parede, deslizamento ativo-assistidos e bicicleta ergométrica, podem ser iniciados imediatamente após a cirurgia, associados às séries de exercícios para os quadríceps.

Deve começar a fazer o treino funcional propriocetivo - treino de Fitness que permite ao corpo manter estabilidade e orientação enquanto se movimenta.

Toda e qualquer lesão pode criar desequilíbrios nas estruturas, Osteo-Articular ou Músculo-Esquelética, pelo que todo o corpo deve ser tido em conta no processo de regresso à vida ativa:

  • Não existir aparecimento de edema após a atividade.
  • Arco de movimento total recuperado.
  • Níveis de força dos extensores e flexores do lado lesionado igual ao lado não lesionado.
  • Atleta conseguir realizar com sucesso os testes de desempenho funcional.

Toda e qualquer recuperação de lesão depende do grau da mesma, do individuo, e do processo de reabilitação que deve ser prescrito pelo Especialista Médico.

Existindo aconselhamento para fazer ginásio é recomendado que o individuo seja acompanhado por um Personal Trainer durante o processo de recuperação.

Bursite, tendinite e a síndrome do impacto do ombro

O que é a síndrome do impacto do ombro, a bursite e a tendinite?

A bursite é a inflamação da bursa, que é uma bolsa serosa que tem a função de facilitar o deslizamento dos tendões do ombro. Ela é considerada por muitos a causa da doença, o que não é correto. Ela é a consequência de algo de errado que está ocorrendo no ombro, que na maioria dos casos é a doença chamada de síndrome do impacto. A tendinite ou tendinopatia é a inflamação do tendão. No ombro, os tendões mais comumente inflamados são os tendões do manguito rotador (supraespinal, infraespinal, subescapular e redondo menor) e o tendão da cabeça longa do bíceps.

Existem diversas doenças que causam a bursite e a tendinite, mas a mais comum é conhecida como “Síndrome do Impacto do Ombro”. Ela surge de alterações no osso chamado acrômio, considerado o “teto” do ombro, que fica logo acima dos tendões e da bursa (tecido que reveste os tendões). Alguns indivíduos podem desenvolver um “esporão” no acrômio ou possuir esse osso em forma curva ou em gancho e, durante alguns movimentos, pode ocorrer um atrito nos tendões e na bursa.

Quais as conseqüências da síndrome do impacto?

Com a evolução da doença, a bursa e os tendões (conhecidos como tendões do manguito rotador) podem sofrer um processo inflamatório, que vai gerar a dor no ombro. Se não tratadas, as alterações podem evoluir para problemas ainda mais graves. Surgem, dessa maneira, as lesões dos tendões, mais comuns nos indivíduos acima de 50 anos de idade ou em pacientes que apresentavam uma tendinite grave e sofreram um trauma. Essas lesões podem ser inicialmente parciais e evoluirem para lesões completas ou transfixantes, em que o tendão perde sua inserção no osso. As lesões transfixantes são mais graves e não cicatrizam sozinhas. e, em geral, necessitam de um procedimento cirúrgico para sua correção.

Como evitar a síndrome do impacto?

A formação do “esporão” ou um formato curvo do teto do ombro (acrômio) não pode ser evitada. Porém existem 3 medidas que podem melhorar esse atrito entre os tendões e o acrômio.

  • Evitar movimentos com o braço acima da altura dos ombros (90° de abdução ou flexão).
  • Fortalecer os músculos dos tendões do manguito rotador. O fortalecimento dos rotadores externos e internos melhora a coaptação da articulação. Durante a elevação do ombro, existe uma força feita pelo músculo deltóide que traciona todo o osso do úmero para cima. Com a contração dos tendões do manguito, essa força é melhor balanceada e o úmero permanece no seu local de origem, diminuindo a chance de impacto.
  • Melhora da postura nos indivíduos com os ombros posicionados para frente (protração da escápula).

Qual é o tratamento para a síndrome do impacto?

Além das medidas de prevenção descritas acima, o tratamento tem 2 objetivos: diminuir o processo inflamatório e reequilibrar a força e o alongamento do ombro. Para diminuir a inflamação, diversas medidas podem ser utilizadas dependendo de cada caso. O uso do gelo é recomendado quando tolerado. Medicações anti-inflamatórias por via oral ou injetável podem ser utilizadas. O reequilíbrio da força e do alongamento é feito tradicionalmente através de fisioterapia. Exercícios de alongamento e de fortalecimento são necessários e devem ser individualizados para cada caso. Nos casos em que a dor é muito importante e não regride com as medidas iniciais, uma infiltração pode ser realizada para diminuir a inflamação.

Como é a cirurgia para a síndrome do impacto?

A cirurgia é indicada para a minoria dos casos. A reabilitação deve ser feita corretamente e, na maioria dos casos, gera resultados satisfatórios. No entanto, alguns pacientes não obtém uma melhora da dor e função. Após uma avaliação detalhada do médico especialista em ombro, uma artroscopia (cirurgia por vídeo) pode ser indicada. Nela é feita uma “limpeza” da região acima dos tendões, com ressecção da bursa e do esporão do acrômio. Além disso, é feita a inspeção de todo o ombro e possíveis lesões não vistas nos exames podem ser diagnosticadas e tratadas, como as lesões parciais dos tendões.

Fonte: http://maurogracitelli.com/blog/tendinite